T.I. – A Importância de se falar em Métodos Contraceptivos

Hoje iremos abordar quão importante é a prevenção e a educação sexual desde cedo.

Neste sentido, destaca-se a consulta do serviço de Planeamento Familiar (PF) em Centros de Saúde e Hospitais do Serviço Nacional de Saúde com equipas multidisciplinares disponíveis para prestação de cuidados a:

  • Adolescentes;
  • Mulheres em situação de risco (diabetes, doenças oncológicas);
  • Homens e mulheres com indicação para contracepção cirúrgica (laqueação de trompas e vasectomia);
  • Mulheres com complicações resultantes de aborto;
  • Puérperas de alto risco;
  • Fornecer métodos contraceptivos gratuitos aos utentes (APF).

 

Desta forma, com estes serviços pretende-se:preservativos

  • Fomentar uma vida sexual gratificante e segura;
  • Promover uma parentalidade saudável;
  • Reduzir os níveis de mortalidade perinatal, bem como, problemáticas materna e infantil que possam surgir após o nascimento;
  • Prevenir gravidezes indesejadas;
  • Prevenir as infecções sexualmente transmissíveis (DST).

 

Assim, será pertinente ressalvar que a escolha do método contraceptivo deverá ter em consideração alguns aspectos, bem como alguma orientação médica. Existem variáveis a ter em atenção na escolha:

Sexualidade II

  1. Eficácia;
  2. Estilo de vida;
  3. Reversibilidade;
  4. Acessibilidade;
  5. Riscos para a saúde.

 

No seguimento do que foi referido, é de salientar alguns métodos contraceptivos existentes:

pilula

  • Métodos hormonais (e.g. pílula, adesivo, implante);
  • Métodos barreira (e.g. preservativos masculino e feminino, anel vaginal);
  • Métodos cirúrgicos definitivos (e.g. laqueação de trompas na mulher e vasectomia no homem).

 

Contudo, nem todos os métodos contraceptivos para evitar uma gravidez protegem de doenças sexualmente transmissíveis (DST)!

Em particular, apenas o preservativo protege das DST’s.

 

 

Boas leituras e reflexões!